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Peixoto de Azevedo,02/10/2026

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Estrada Divisa Norte abandonada

Em um passado não muito distante, o município de Matupá se destacava na região por atrair e executar projetos ambiciosos
que o colocavam em um patamar diferenciado de desenvolvimento. Iniciativas estruturantes — como a construção da ponte
sobre o Rio Braço Norte, a pavimentação da MT-322 (projetada pelo município e executada pelo Estado) e o projeto de
encurtamento de mais de 10 quilômetros no trajeto da Estrada da Divisa — eram exemplos claros de uma gestão voltada para
o futuro e para o fortalecimento do agronegócio regional.
A Importância Estratégica da Estrada da Divisa
A Estrada da Divisa sempre representou muito mais do que uma simples via de escoamento: tratava-se de uma linha vital que
atende centenas de propriedades dedicadas à agricultura e à pecuária.
Para tirar esse projeto do papel, a administração da época precisou enfrentar grandes desafios logísticos e estruturais,
incluindo:
Abertura e terraplanagem da via;
Construção de pontes largas e seguras;
Serviços de engenharia complexos, como o corte de serras para garantir a trafegabilidade de grandes caminhões de carga.
O planejamento original previa benefícios diretos não apenas para os moradores de Matupá, mas também para produtores de
Guarantã do Norte, que teriam facilidade para escoar e entregar suas produções diretamente nos armazéns matupaenses.
Mudança de Rota e Questionamentos da População
Com o passar do tempo e a transição na gestão municipal, a nova administração optou por modificar os rumos do projeto,
gerando frustração entre os produtores rurais da região e cidadãos que aguardavam a redução do percurso até a sede do
município. 

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