CPI vai pedir informações sobre suicídio de servidor da TI da Secretaria de Saúde de MT
Presidente da CPÇI diz que SES-MT dificulta trabalho da CPI da Saúde e faz menção ao não comparecimento voluntário do ex-secretário Gilberto Figueiredo, mais de mês e não compareceu’
A CPI da Saúde quer investigar o suicídio de um servidor do setor de Tecnologia da Informação da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), órgão que teria sofrido um ataque hacker com possível perda de documentos da gestão do ex-secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo.
Segundo o presidente da CPI, deputado Wilson Santos (PSD), chegou à comissão a informação de que o servidor responsável pela TI da SES teria cometido suicídio recentemente em contexto ainda não sabido.
As declarações foram feitas durante o programa A Notícia de Frente, da TV Vila Real.
“Tem chegado muitas informações, documentos à CPI, a maioria de forma anônima, e umas das informações anônimas que nos chegou é de que o responsável pela TI [Setor de Tecnologia da Informação] da Secretraria de Saúde, neste ano, suicidou-se, mais ou menos nesse período agora, de março”, declarou o deputado.
Segundo o parlamentar, a SES-MT tem colocado obstáculos nos trabalhos de investigação e citou o ex-secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo, ao afirmar que sabe de onde vem os entraves nas informações prestadas pela pasta.
“Sei porque as pessoas dificultam, sei quem está atrás das dificuldades e porque dificultam. O ex-secretário Gilberto deu uma entrevista dizendo que estava completamente à disposição da CPI, não tinha medo nenhum de comparecer, no dia seguinte eu fiz o ofício, em nome da Presidência da CPI fazendo convite a ele comparecer. Tem mais de mês e ele não compareceu”, afirmou o deputado, destacando que era que a CPI aprove a convocação do ex-secretário ante ao seu não-comparecimento voluntário.
O deputado Julio Campos, menbro da CPI, disse em entrevista que as denuncias recebidas são muito preocupantes e precisa ser investigada a fundo. O parlamentar ainda cobrou a iniciativa do Ministério Público, que segundo ele estaria somente assistindo os acontecimentos.
Confira entrevista:





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