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Peixoto de Azevedo,07/04/2026

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Mato Grosso está em alerta para síndrome respiratória aguda grave, diz Fiocruz

Estado está em nível de alerta a risco para SRAG na semana epidemiológica 10 de 2026

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Mato Grosso está em alerta para síndrome respiratória aguda grave, diz Fiocruz

Três vírus circulam ao mesmo tempo no estado: rinovírus atinge crianças, Influenza A avança entre adultos e VSR pressiona bebês de até dois anos

Mato Grosso entrou em março de 2026 com nível de atividade de alerta a risco para síndrome respiratória aguda grave (SRAG), segundo o boletim InfoGripe da Fiocruz referente à semana epidemiológica 10 — período de 8 a 14 de março. O estado é um dos 20 que acumulam sinal de crescimento sustentado nos casos há pelo menos seis semanas, e Cuiabá integra o grupo das 18 capitais brasileiras com tendência de piora no mesmo intervalo.

O que está acontecendo no estado

Três vírus diferentes estão circulando ao mesmo tempo em Mato Grosso, cada um atacando uma faixa etária distinta. O rinovírus responde pelo aumento de hospitalizações em crianças e adolescentes de 2 a 14 anos. O vírus sincicial respiratório (VSR) pressiona os casos em crianças menores de dois anos — padrão que o estado compartilha com Goiás e com a maioria dos estados do Norte do país. A Influenza A, por sua vez, avança entre adultos e idosos, com Mato Grosso citado ao lado de estados do Nordeste e do Sudeste como território de expansão antecipada do vírus.

A palavra “antecipada” não é casual: o boletim destaca que a Influenza A está avançando antes do período habitual para a maioria das regiões brasileiras.

O cenário nacional que enquadra o dado de MT

No conjunto do país, já foram notificados 20.311 casos de SRAG no ano epidemiológico 2026, com dados inseridos no SIVEP-Gripe até 14 de março. Desse total, 7.523 (37%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 8.398 (41,3%) foram negativos e ao menos 2.853 (14%) aguardavam resultado.

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Mato Grosso entrou em março de 2026 com nível de atividade de alerta a risco para síndrome respiratória aguda grave (SRAG), segundo o boletim InfoGripe da Fiocruz referente à semana epidemiológica 10 — período de 8 a 14 de março. O estado é um dos 20 que acumulam sinal de crescimento sustentado nos casos há pelo menos seis semanas, e Cuiabá integra o grupo das 18 capitais brasileiras com tendência de piora no mesmo intervalo.

O que está acontecendo no estado

Três vírus diferentes estão circulando ao mesmo tempo em Mato Grosso, cada um atacando uma faixa etária distinta. O rinovírus responde pelo aumento de hospitalizações em crianças e adolescentes de 2 a 14 anos. O vírus sincicial respiratório (VSR) pressiona os casos em crianças menores de dois anos — padrão que o estado compartilha com Goiás e com a maioria dos estados do Norte do país. A Influenza A, por sua vez, avança entre adultos e idosos, com Mato Grosso citado ao lado de estados do Nordeste e do Sudeste como território de expansão antecipada do vírus.

A palavra “antecipada” não é casual: o boletim destaca que a Influenza A está avançando antes do período habitual para a maioria das regiões brasileiras.

O cenário nacional que enquadra o dado de MT

No conjunto do país, já foram notificados 20.311 casos de SRAG no ano epidemiológico 2026, com dados inseridos no SIVEP-Gripe até 14 de março. Desse total, 7.523 (37%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 8.398 (41,3%) foram negativos e ao menos 2.853 (14%) aguardavam resultado.Advertisement

Entre os casos positivos das últimas quatro semanas, o rinovírus domina: 45,4% do total. A Influenza A vem em segundo lugar, com 25,4%. O VSR responde por 13,4%, e o SARS-CoV-2 por 11,3%.

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Mato Grosso entrou em março de 2026 com nível de atividade de alerta a risco para síndrome respiratória aguda grave (SRAG), segundo o boletim InfoGripe da Fiocruz referente à semana epidemiológica 10 — período de 8 a 14 de março. O estado é um dos 20 que acumulam sinal de crescimento sustentado nos casos há pelo menos seis semanas, e Cuiabá integra o grupo das 18 capitais brasileiras com tendência de piora no mesmo intervalo.

O que está acontecendo no estado

Três vírus diferentes estão circulando ao mesmo tempo em Mato Grosso, cada um atacando uma faixa etária distinta. O rinovírus responde pelo aumento de hospitalizações em crianças e adolescentes de 2 a 14 anos. O vírus sincicial respiratório (VSR) pressiona os casos em crianças menores de dois anos — padrão que o estado compartilha com Goiás e com a maioria dos estados do Norte do país. A Influenza A, por sua vez, avança entre adultos e idosos, com Mato Grosso citado ao lado de estados do Nordeste e do Sudeste como território de expansão antecipada do vírus.

A palavra “antecipada” não é casual: o boletim destaca que a Influenza A está avançando antes do período habitual para a maioria das regiões brasileiras.

O cenário nacional que enquadra o dado de MT

No conjunto do país, já foram notificados 20.311 casos de SRAG no ano epidemiológico 2026, com dados inseridos no SIVEP-Gripe até 14 de março. Desse total, 7.523 (37%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 8.398 (41,3%) foram negativos e ao menos 2.853 (14%) aguardavam resultado.

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Entre os casos positivos das últimas quatro semanas, o rinovírus domina: 45,4% do total. A Influenza A vem em segundo lugar, com 25,4%. O VSR responde por 13,4%, e o SARS-CoV-2 por 11,3%.

O perfil muda quando se olha os óbitos. Nesse recorte, SARS-CoV-2 e Influenza A empatam na liderança: 30,8% cada. O rinovírus, que lidera nas hospitalizações, responde por 27,5% das mortes. O VSR representa 5,5%.

A divergência entre casos e mortes tem explicação na faixa etária. Crianças se infectam mais com rinovírus e VSR, mas morrem menos. Idosos morrem mais — e entre eles Covid-19 e Influenza A são as causas dominantes.

Cuiabá entre as capitais em situação mais crítica

Cuiabá está no grupo das 18 capitais que acumulam dois sinais simultaneamente: nível de atividade elevado nas últimas duas semanas e tendência de crescimento de longo prazo nas últimas seis semanas. As outras capitais nessa situação incluem Manaus, Fortaleza, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Salvador, entre outras.

O boletim não traz dados de internação hospitalar ou taxa de ocupação de leitos por regional de saúde. Para essa avaliação, a própria Fiocruz recomenda combinar os dados do InfoGripe com indicadores locais de capacidade assistencial.

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O que os números não mostram

Vale um dado de contexto: só o Piauí, entre todos os estados brasileiros, não apresentou sinal de crescimento nos casos de SRAG na tendência de longo prazo até a semana 10. Ou seja, o padrão que atinge Mato Grosso não é exceção — é a regra do país neste início de ano.


O que diferencia o estado é a combinação dos três vírus circulando ao mesmo tempo, cada um em sua faixa. Em muitas regiões, apenas um ou dois vírus estão ativos com intensidade. Em Mato Grosso, os três operam juntos.

Próximas atualizações

O InfoGripe publica boletins semanais com dados do SIVEP-Gripe. A próxima atualização, referente à semana epidemiológica 11, está prevista para a terceira semana de março de 2026 e deverá indicar se a tendência de crescimento em Mato Grosso se mantém, se desacelera ou se avança para o limiar de alto risco.






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