Seja bem-vindo
Peixoto de Azevedo,03/07/2026

  • A +
  • A -
Publicidade

Prefeito é alvo de operação do MPE; secretário de Obras é afastado

Houve determinação de quebra de sigilos telemático e fiscal


Prefeito é alvo de operação do MPE; secretário de Obras é afastado

O Ministério Público Estadual (MPE) deflagrou, na manhã desta quarta-feira (1º), a segunda fase da Operação Gomorra. A ação tem como foco apurar supostas fraudes em processos licitatórios e na execução de contratos na Prefeitura de Campo Verde.

Entre os principais alvos estão o prefeito do município, Alexandre Lopes de Oliveira (União Brasil), e o secretário municipal de Obras, Rubens Anunciação Júnior.

Medidas cautelares

De acordo com o MPE, a operação cumpriu 10 mandados judiciais entre Campo Verde e Cuiabá. As medidas determinadas pela Justiça incluem:

  • Busca e apreensão: O prefeito Alexandre Lopes de Oliveira foi alvo de mandado de busca e apreensão.

  • Afastamento de funções: O secretário de Obras e outros três servidores públicos foram afastados de seus cargos.

  • Medidas patrimoniais e sigilos: Houve determinação de quebra de sigilos telemático e fiscal, além da indisponibilidade de bens dos investigados, tanto de agentes públicos quanto de particulares envolvidos.

Investigação e órgãos envolvidos

A operação busca aprofundar as investigações sobre irregularidades em contratos administrativos e procedimentos licitatórios da gestão municipal. A ação é conduzida pelo Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco Criminal), contando com o apoio estratégico de:

  • Polícia Civil;

  • Controladoria-Geral do Estado (CGE);

  • Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Os nomes dos demais envolvidos não foram divulgados pelas autoridades até o momento.

Histórico: A primeira fase

Esta é a segunda etapa da Operação Gomorra. A primeira fase, deflagrada em 2024, teve como foco o município de Barão de Melgaço.

Naquela ocasião, as investigações apuraram um esquema envolvendo a empresa Centro América Frotas, com suspeitas de:

  • Adulteração de notas fiscais;

  • Uso de "cartão coringa" para desvio de combustíveis;

  • Prática de sobrepreço em contratos firmados entre 2020 e 2024.

A identificação das possíveis irregularidades em Campo Verde surgiu após análises técnicas realizadas pelos órgãos de controle, que deram continuidade ao trabalho iniciado na fase anterior.




COMENTÁRIOS

Buscar

Alterar Local

Anuncie Aqui

Escolha abaixo onde deseja anunciar.

Efetue o Login

Baixe o Nosso Aplicativo!

Tenha todas as novidades na palma da sua mão.